Hoje resolvi escrever mais que um post. Isso é para denotar que, despreocupadamente, voltarei a escrever nesse tão agradável meio de comunicação com o público.
Para mim, nada melhor do que citar uma relativa insatisfação que se expressa nos corações dos quais vivem em cidades pouco ensolaradas.
A estes seres, deixo meu post.
Acordar e perceber que o dia está definitivamente entristecedor é dose. Pior ainda é o sentimento que repousa nos corações. Uma cidade em que as pessoas conversam menos entre si, que o ar é menos amigável. Lentamente, percebe-se que os dias vão se passando, um após o outro. Só faltava um raio de sol apenas, uma esperança que acende nos olhos de quem vê. Lux et tenebris.
Claro que não é motivo para tanto, porém tem pessoas que até mesmo dão cabo à própria existência devido a ausência de Sol, combinada com fatores emocionais e sociais.
Escuto tantas pessoas falando mal do tempo de minha cidade – Curitiba – que precisava discursar sobre. É inegável que o clima e a aparição do astro rei gere uma influência nas relações sociais, porém é importante deixar em ênfase o outro lado da moeda. Dessa maneira, observamos o quão mais elegantes e polidos são os quais moram em cidades não litorâneas. Necessariamente, se fez a necessidade de mais roupas, de mais adornos. Com isso, criou-se a necessidade de uma etiqueta mais estrita, inserindo-se mais e mais modus operantis. A atividade intelectual é fortíssima em países e cidades com climas subtropicais. Sem contar os negócios, é claro. Como o clima não colabora, as pessoas tem que se dedicar a qualquer rotina louca para se manter estável.
Os litorâneos ficam com a alegria e os urbanóides com a moda. rsrsrs Brincadeirinha ácida.
Portanto, antes de ficar reclamando do tempo e da cidade que mora, pense se não é instabilidade emocional ou simplesmente uma falta de análise das vantagens que proporciona o seu tipo de cidade.
Abraços para todos.
Alexandre Meirelles
